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RFID na indústria de Petróleo e Gás: Sem aderência, não há eficiência

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Alexandre Rosati é quem tratará o uso do RFID na indústria de Petróleo e Gás no 2º Congresso Brasileiro de RFID. A palestra será ministrada às 17h00, no dia 20 de outubro, quinta-feira, no Resort Super Club Breezes & SPA. Se você tem interesse neste assunto, acompanhe nosso twitter @congressorfid para conhecer nossa rede de blogueiros, os quais têm códigos de descontos de 5% para fazer sua inscrição.

Alexandre explica que o RFID não faz milagres, mas é uma das principais tecnologias que podem trazer melhorias aos processos da indústria petróleo e gás. É preciso, no entanto, que a tecnologia seja oferecida com responsabilidade, levando-se em consideração todos os desafios operacionais e físicos que a cadeia oferece. Sem esse comprometimento do mercado, o RFID corre o risco de ser reconhecido como mais um hardware ou software que não entende do negócio do cliente.

A palestra "Mobilidade Corporativa e o RFID para a cadeia de Petróleo e Gás", ministrada por Rosati, será uma oportunidade para os executivos de RFID desenvolverem produtos que tragam melhorias aos processos da cadeia de suprimentos de Petróleo e Gás.

Vale ressaltar que os controles, premissas e ambientes do negócio são complexos, rígidos e padronizados. Tal peculiaridade facilita a aderência de soluções RFID em função da necessidade de controles e precisão na coleta de dados nos processos. Por outro lado, a oferta de soluções sem considerar uma definição correta de equipamentos e softwares de integração, aliada à realização de um estudo de aderência da tecnologia podem não trazer os resultados esperados ou até mesmo impossibilitar o uso do RFID.

Em entrevista ao nosso site, Rosati comentou alguns exemplos que serão apresentados no decorrer da sua palestra. Entre eles estão o uso do RFID nas tubulações de perfuração nas plataformas e o controle logístico de armazenamento e abastecimento offshore. "Os tubos de perfuração têm aparências similares, porém características construtivas diferentes, o que pode ocasionar a troca de tubos durante o processo de extração. Quando isso acontece perde-se tempo e põe-se em risco toda a operação", conta.

Rosati explicou que os projetos de RFID podem gerar credibilidade na captação dos dados no processo, assim como otimizar o controle de abastecimento para a equipe em alto mar. Vale também lembrar o acidente P-36, no ano de 2001, para ressaltar a importância da melhoria nos controles e eficiência nos processos para a cadeia de petróleo e gás.

Fonte:
http://www.congressorfid.com.br/entrevista-alexandre/

 
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